10 dicas para driblar o desemprego

Publicado por Eutolimpo em

Ter dívidas já é complicado, agora, ter dívidas e estar desempregado pode virar um pesadelo. Mas não se desespere! Respire fundo e leia essas 10 dicas de como cuidar das suas dívidas quando o desemprego bate à porta.

1- Coloque tudo na ponta do lápis:

Nesse momento, é essencial saber exatamente quais são seus gastos e os recursos disponíveis para arcar com eles.

Inclua sua fonte de renda e verbas rescisórias, como o pagamento de férias, 13 º proporcional, multa sobre o FGTS e liberação do mesmo, quando não for justa causa. Se você tiver algum fundo de emergência e seguro – desemprego, também é interessante colocar na lista.

Utilize esse montante como base financeira até conseguir um novo emprego e voltar a ter um salário fixo.

2- Saiba utilizar o dinheiro recebido:

Não se esqueça: a verba rescisória e demais benefícios recebidos poderão ser suas únicas fontes de renda durante o período de desemprego. Por isso, ao invés de cogitar fazer investimentos ou “torrar” tudo de uma vez, guarde esse dinheiro para pagar as contas fixas.

3- Não utilize o cartão de crédito:

Quando não há perspectiva de um novo trabalho e fonte de renda, a última coisa que devemos fazer é jogar as despesas para o próximo mês. É melhor fazer o pagamento à vista do que correr o risco de se enrolar com mais uma dívida, né?

4- Corte alguns gastos:

Não tem pra onde correr. Quando a situação aperta, a primeira medida a ser tomada é cortar os gastos.

É interessante fazer uma planilha incluindo todas as contas mensais, assim você consegue visualizar como sua renda mensal está sendo empregada e controlar os gastos.

Comece pelas despesas que podem ser cortadas temporariamente, como gastos com lazer, academia, faxineira, gastos com salão de beleza e TV acabo. Pode ser difícil no começo, mas no final valerá a pena!

5- Diminua o valor das contas que não podem ser cortadas:

Algumas de nossas despesas são fixas e, portanto, não podem ser cortadas (como água, luz e alimentação). Por isso, a saída é reduzir os gastos com elas.

Você pode começar substituindo alguns itens de sua lista de supermercado por produtos similares mais em conta, demorando menos tempo no banho e substituindo lâmpadas convencionais por fluorescentes ou de LED. Assim você economiza nas contas e ainda contribui com o meio ambiente!

6- Economize no transporte:

Em alguns momentos será mais barato deixar o carro e sair de casa a pé ou de transporte público. O procedimento evita gastos com combustível e não desgasta o veículo, adiando a manutenção e a troca de peças.

7- Veja se você tem seguro prestamista:

O seguro prestamista é uma boa saída para esse momento porque, basicamente, é um serviço que garante a quitação de dívidas em determinados casos, incluindo desemprego involuntário (sem justa causa).

Mas vale lembrar que, em caso de atrasados, não há cobertura. Ele só será aplicado em mensalidades que vençam após a data de demissão.

8- Avalie seus financiamentos:

Caso o desemprego chegue enquanto um imóvel está sendo financiado, há duas alternativas a se considerar: se você acredita que sua recolocação profissional não demorará muito, vale a pena encontrar meios para seguir pagando as parcelas.

Pedir dinheiro emprestado para amigos ou parentes é uma alternativa, mas só se houver como fazer o ressarcimento em breve, hein?

No entanto, se não há previsão para um novo emprego, o melhor é passar a dívida adiante, tentando recuperar o que já foi investido. O dinheiro deste repasse pode, inclusive, ser utilizado para a manutenção das despesas fixas enquanto durar o desemprego.

O mesmo raciocínio vale para financiamentos de outros bens.

9- Não faça novas dívidas:

Isso parece meio óbvio, mas na hora do aperto acabamos tomando decisões não favoráveis a nossa situação financeira, como ir atrás de empréstimos, por exemplo. Mas lembre-se: a primeira parcela do financiamento vai chegar antes que você tenha um salário.

10- Poupe!

Assim que for possível, comece a poupar. Ter uma reserva financeira para momentos de crise é uma ótima saída.

Você pode criar uma conta poupança ou investir no tesouro direto, por exemplo. O importante é ter aquele pezinho de meia para te ajudar caso haja próximas eventualidades.

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Fonte: Serasa Ensina


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